quinta-feira, 21 de maio de 2009
terça-feira, 5 de maio de 2009
Parece que foi dia da Mãe.
'Cause when love is gone, there's always justice.
And when justive is gone, there's always force.
And when force is gone, there's always Mom. Hi Mom!
So hold me, Mom, in your long arms. So hold me,
Mom, in your long arms.
In your automatic arms. Your electronic arms.
In your arms.
So hold me, Mom, in your long arms.
Laurie Anderson © 'O Superman'
segunda-feira, 27 de abril de 2009
quem é que a Câmara Municipal de Grândola convidou para discutir o 25 de Abril?
Ramalho Eanes, Belmiro de Azevedo e Pacheco Pereira.
terça-feira, 21 de abril de 2009
terça-feira, 14 de abril de 2009
quinta-feira, 5 de março de 2009
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
«Há apenas duas coisas interessantes em Portugal — a paisagem e o Orpheu.
Tudo o que está de permeio é palha podre usada (...).
Por vezes estraga a paisagem pondo-lhe lá portugueses.
Mas não pode estragar o Orpheu porque esse é à prova de Portugal.»
Fernando PESSOA, Páginas Íntimas e de Auto-Interpretação - 1916
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
'-agora percebo como é que alguém se pode tornar um bombista suicida.'
GUERRA EM GAZA - Hipocrisia sangrenta
por José Goulão, 5 Janeiro 2009
"Altos responsáveis de países que se consideram faróis da «civilização» multiplicam apelos à «contenção» e ao«cessar-fogo» em Gaza, como quem procura assim cumprir uma obrigação perante o «agravamento da crise» no Médio Oriente. A hipocrisia de presidentes, ministros, diplomatas ou porta-vozes é tão óbvia como de costume, mas ainda consegue ser chocante tendo em consideração a tragédia que vitima mais de um milhão de meio de pessoas amontoadas num pequeno território inóspito aferrolhado entre Israel, o Egipto e o Mediterrâneo.
Tais apelos baseiam-se na objectividade de um pretenso distanciamento entre as «partes em conflito», assim se exigindo uma rigorosa simetria de comportamentos como numa guerra convencional entre exércitos clássicos. Simetria, pois, entre civis indefesos e as forças armadas que ocupam o quarto lugar no ranking das mais poderosas do mundo; entre ocupados e ocupantes; entre morteiros mais ou menos artesanais e o poder de fogo dos F-16 e dos tanques de última geração; entre comunidades famintas sujeitas há anos a um feroz bloqueio de bens essenciais e uma nação estruturada apoiada sem limites pelo mais poderoso país do planeta; entre as vítimas e respectivos descendentes de uma limpeza étnica e os ses autores.
O Hamas quebrou a trégua e tem de pagar, devendo desde já sujeitar-se ao regresso ao cessar-fogo faça o inimigo o que fizer, sentenciam os diplomatas civilizados. Trégua que verdadeiramente nunca existiu, uma vez que foi desde logo desrespeitada pelo Estado de Israel ao violar um dos seus pressupostos essenciais: o fim do bloqueio humanitário a Gaza. Durante os últimos seis meses o cerco não apenas se manteve como se apertou.
Como movimento terrorista, o Hamas tem que pagar, dirão ainda e sempre os civilizados senhores do poder de distinguir os que são e os que não são terroristas, do mesmo modo que lançam guerras contra possuidores de armas de extermínio que nunca existiram.
O Hamas, porém, praticamente não era nada quando se iniciou a primeira Intifada palestiniana, em fins de 1988. Hoje, o papel dos serviços secretos de Israel na criação efectiva de um movimento islâmico, o Hamas, para dividir a resistência nacional palestiniana dirigida pela Organização de Libertação da Palestina (OLP) já nem é sequer um segredo de Polichinelo. Os interessados em aprofundar o assunto poderão começar por pesquisar através da obra de Robert Dreyfuss e começar a desenrolar o novelo. Descobrirão elementos muito interessantes e com flagrante actualidade. A verdade é que de grupinho divisionista e terrorista o Hamas se transformou num movimento que, tirando dividendos dos fracassos sucessivos do chamado processo de paz, boicotado por Israel e Estados Unidos e assumido pela Fatah como única opção estratégica, conseguiu ganhar as eleições parlamentares palestinianas em 2006. O Hamas cresceu com as estratégias militaristas em redor, como os talibãs no Afeganistão (agora controlando zonas a menos de 50 quilómetros de Cabul) ou o Hezbollah no Líbano, fruto das invasões israelitas da década de oitenta.
Reconhecer que o Hamas é agora uma realidade evidente no problema israelo-palestiniana não significa fraqueza, simpatia ou conivência com o terrorismo. É, prosaicamente, uma simples questão de senso comum.
As eleições de 2006, proclamaram os observadores internacionais, muitos deles oriundos das terras «civilizadas», foram livres e justas. Logo, ao Hamas coube formar governo – diz-se que é assim que funciona a democracia.
Engano puro. A chamada «comunidade internacional» decidiu não reconhecer o governo escolhido pela maioria dos palestinianos; nem sequer aceitou uma aliança entre o Hamas e a Fatah, que praticamente fazia o pleno da vontade dos eleitores. Pelo contrário, também não são segredo as diligências da administração de George W. Bush e do governo israelita de Ehud Olmert para lançar a guerra civil entre as duas principais organizações palestinianas – chegando, para isso, a fornecer armas à Fatah – fazendo simultaneamente por ignorar o acordo entretanto estabelecido pelos dois movimentos sob mediação do Egipto e da Arábia Saudita.
Este processo conduziu à divisão palestiniana: a Fatah na Cisjordânia e Jerusalém Oriental, dependente do que Israel lhe permite ou não fazer; e o Hamas controlando Gaza, território dos seus principais feudos. Daí ao bloqueio a Gaza e, agora, à invasão, foi um pequeno salto.
O massacre está em curso, assistindo-se na comunicação social a tão curiosos como ridículos esforços para distinguir entre vítimas civis e militares. Em Gaza, para que conste, não há militares, a não ser os invasores. Existem restos da polícia autonómica, militantes do Hamas armados e organizados como milícias. O resto é milhão e meio de desempregados, famintos e humilhados. Tal é o inimigo de Israel que lançou alguns morteiros, por exemplo contra a cidade de Asqelon, que em 1948 se chamava Al-Majdal e era uma aldeia árabe cuja população, vítima da limpeza étnica em que assentou a criação do Estado de Israel, se refugiou em Gaza.
Os dirigentes de Israel asseguram que os «civis» serão poupados durante a invasão. Tal como aconteceu em 1982 em Beirute, onde os militares comandados por Ariel Sharon, fundador do partido de Ehud Olmert e Tzipi Livni, destruíram o sector ocidental da cidade, acabando por patrocinar os massacres de Sabra e Chatila. Ou em 1996, quando Shimon Peres, actual presidente israelita, foi responsável pelo massacre de Canan, também no Líbano, e mesmo assim perdeu as eleições parlamentares.
Gaza, ainda assim, será diferente de Sabra e Chatila. Agora, os soldados israelitas sujam mesmo as mãos com o sangue das populações indefesas – salpicando inevitavelmente os hipócritas que os defendem."
Fonte: http://pt.mondediplo.com/spip.php?article417
José Goulão + Le Monde Diplomatique © Janeiro 2009
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
os media contam o que lhes interessa.
Fernando Nobre, presidente da AMI - Assistência Médica Internacional
Domingo, 4 de Janeiro de 2009:
«««
Há momentos em que a nossa consciência nos impede, perante acontecimentos trágicos, de ficarmos silenciosos porque ao não reagirmos estamos a ser cúmplices dos mesmos por concordância, omissão ou cobardia.
O que está a acontecer entre Gaza e Israel é um desses momentos. É intolerável, é inaceitável e é execrável a chacina que o governo de Israel e as suas poderosíssimas forças armadas estão a executar em Gaza a pretexto do lançamento de roquetes por parte dos resistentes (“terroristas”) do movimento Hamas.
Importa neste preciso momento refrescar algumas mentes ignorantes ou, muito pior, cínicas e destorcidas:
- Os jovens palestinianos, que são semitas ao mesmo título que os judeus esfaraditas (e não os askenazes que descendem dos kazares, povo do Cáucaso), que desesperados e humilhados actuam e reagem hoje em Gaza são os netos daqueles que fugiram espavoridos, do que é hoje Israel, quando o então movimento “terrorista” Irgoun, liderado pelo seu chefe Menahem Beguin, futuro primeiro ministro e prémio Nobel da Paz, chacinou à arma branca durante uma noite inteira todos os habitantes da aldeia palestiniana de Deir Hiassin: cerca de trezentas pessoas. Esse acto de verdadeiro terror, praticado fria e conscientemente, não pode ser apagado dos Arquivos Históricos da Humanidade (da mesma maneira que não podem ser apagados dos mesmos Arquivos os actos genocidários perpetrados pelos nazis no Gueto de Varsóvia e nos campos de extermínio), horrorizou o próprio Ben Gourion mas foi o acto hediondo que provocou a fuga em massa de dezenas e dezenas de milhares de palestinianos para Gaza e a Cisjordânia possibilitando, entre outros actores, a constituição do Estado de Israel..
- Alguns, ou muitos, desses massacrados de hoje descendem de judeus e cristãos que se islamisaram há séculos durante a ocupação milenar islâmica da Palestina. Não foram eles os responsáveis pelos massacres históricos e repetitivos dos judeus na Europa, que conheceram o seu apogeu com os nazis: fomos nós os europeus que o fizemos ou permitimos, por concordância, omissão ou cobardia! Mas são eles que há 60 anos pagam os nossos erros e nós, a concordante, omissa e cobarde Europa e os seus fracos dirigentes assobiam para o ar e fingem que não têm nada a ver com essa tragédia, desenvolvendo até à náusea os mesmos discursos de sempre, de culpabilização exclusiva dos palestinianos e do Hamas “terrorista” que foi eleito democraticamente mas de imediato ostracizado por essa Europa sem princípios e anacéfala, porque sem memória, que tinha exigido as eleições democrática para depois as rejeitar por os resultados não lhe convirem. Mas que democracia é essa, defendida e apregoada por nós europeus?
- Foi o governo de Israel que, ao mergulhar no desespero e no ódio milhões de palestinianos (privados de água, luz, alimentos, trabalho, segurança, dignidade e esperança ), os pôs do lado do Hamas, movimento que ele incentivou, para não dizer criou, com o intuito de enfraquecer na altura o movimento FATAH de Yasser Arafat. Como inúmeras vezes na História, o feitiço virou-se contra o feiticeiro, como também aconteceu recentemente no Afeganistão.
- Estamos a assistir a um combate de David (os palestinianos com os seus roquetes, armas ligeiras e fundas com pedras...) contra Golias (os israelitas com os seus mísseis teleguiados, aviões, tanques e se necessário...a arma atómica!).
- Estranha guerra esta em que o “agressor”, os palestinianos, têm 100 vezes mais baixas em mortos e feridos do que os “agredidos”. Nunca antes visto nos anais militares!
- Hoje Gaza, com metade a um terço da superfície do Algarve e um milhão e meio de habitantes, é uma enorme prisão. Honra seja feita aos “heróis” que bombardeiam com meios ultra-sofisticados uma prisão praticamente desarmada (onde estão os aviões e tanques palestinianos?) e sem fuga possível, à semelhança do que faziam os nazis com os judeus fechados no Gueto de Varsóvia!
- Como pode um povo que tanto sofreu, o judeu do qual temos todos pelo menos uma gota de sangue (eu tenho um antepassado Jeremias!), estar a fazer o mesmo a um outro povo semita seu irmão? O governo israelita, por conveniências políticas diversas (eleições em breve...), é hoje de facto o governo mais anti-semita à superfície da terra!
- Onde andam o Sr. Blair, o fantasma do Quarteto Mudo, o Comissário das Nações Unidas para o Diálogo Inter-religioso e os Prémios Nobel da Paz, nomeadamente Elie Wiesel e Shimon Perez? Gostaria de os ouvir! Ergam as vozes por favor! Porque ou é agora ou nunca!
- Honra aos milhares de israelitas que se manifestam na rua em Israel para que se ponha um fim ao massacre. Não estão só a dignificar o seu povo, mas estão a permitir que se mantenha uma janela aberta para o diálogo, imprescindível de retomar como único caminho capaz de construir o entendimento e levar à Paz!
- Honra aos milhares de jovens israelitas que preferem ir para as prisões do que servir num exército de ocupação e opressão. São eles, como os referidos no ponto anterior, que notabilizam a sabedoria e o humanismo do povo judeu e demonstram mais uma vez a coragem dos judeus zelotas de Massada e os resistentes judeus do Gueto de Varsóvia!
Vergonha para todos aqueles que, entre nós, se calam por cobardia ou por omissão. Acuso-os de não assistência a um povo em perigo! Não tenham medo: os espíritos livres são eternos!
É chegado o tempo dos Seres Humanos de Boa Vontade de Israel e da Palestina fazerem calar os seus falcões, se sentarem à mesa e, com equidade, encontrarem uma solução. Ela existe! Mais tarde ou mais cedo terá que ser implementada ou vamos todos direito ao Caos: já estivemos bem mais longe do período das Trevas e do Apocalipse.
É chegado o tempo de dizer BASTA! Este é o meu grito por Gaza e por Israel (conheço ambos): quero, exijo vê-los viver como irmãos que são.»»»
fonte: http://fernandonobre.blogs.sapo.pt/6062.html
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
The only artists I have ever known who are personally delightful are bad artists.
Good artists give everything to their art, and consequently are perfectly uninteresting in themselves.
A great poet, a really great poet, is the most unpoetical of all creatures.
But inferior poets are absolutely fascinating.
The worse their rhymes are, the more picturesque they look.
The mere fact of having published a book of second-rate sonnets makes a man quite irresistible.
He lives the poetry that he cannot write.
The others write the poetry that they dare not realize.
Oscar Wilde, 'The Picture of Dorian Gray', p.30, [13 Chapter version], 1890
sexta-feira, 7 de novembro de 2008
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
profundo apego do PNR aos seus princípios ideológicos:
Membro do PNR preso por auxiliar imigração ilegal
Jornal 'Destak' - 30 Outubro 2008
terça-feira, 21 de outubro de 2008
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
'Privatizam-se os lucros e socializam-se os prejuízos'
Mário Soares, Diário de Notícias, 23 Setembro 2008
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
quinta-feira, 4 de setembro de 2008
Ainda há quem conte histórias.
Viver com os peixes
Chamam-lhe o "Manso" e é uma lenda entre os pescadores de Sesimbra, Pescava tanto que se dizia que fazia nascer peixe no mar. O seu barco, o Luís Adrião, que está hoje no fundo do mar, depois de um naufrágio que matou o seu novo proprietário, trazia as redes sempre cheias. Nunca ninguém soube como o velho "Manso" conseguia aquilo. Era um mistério numa comunidade piscatoria sazonalmente invadida por ondas de miséria. Mas eu falei com Teodoro "Manso", na altura já com 70 anos, e ele contou-me tudo.
O segredo do "Manso" é que ele "vivia com o peixe". Ele próprio mo explicou. "Sonhava com o peixe". Conhecia as várias espécies como se fossem da sua família. Os hábitos, as manhas, a inteligência de cada uma.
"Os peixes deslocam-se no mar como os passaros no céu, em fila", dizia ele. "Basta olhar o céu para saber o que se passa no fundo do mar". Os peixes, continuava, "são como as pessoas. Têm as suas manias. Se os conhecermos, se vivermos com eles, temos mais hipóteses de os apanhar".
Há peixes pouco inteligentes, que são traídos pela Lua. "Têm medo da luz e vão para a fundura. Se estiver escuro, pensam que ninguém os vê". Nestes casos a Lua indica a direcção em que se deslocam os cardumes. Mas mesmo os peixes mais inteligentes, como por exemplo o sargo, têm as suas fraquezas. "O sargo vê um anzol e não vai lá porque sabe que está ali um pescador. E se apanharmos um, temos de lavar as mãos ao pôr o isco de novo, ou não apanhamos mais nenhum. Eles sentem o cheiro, e sabem. Os sargos andam sempre junto à costa. Dizemos que eles gostam de ver passar os automóveis. Aí, são muito difíceis de apanhar. Escondem-se nos rochedos. Uma vez dei com um com a cabeça de fora, a olhar para mim, como quem diz: queres apanhar-me? Pois anda cá, a ver se eu deixo."
Em certas alturas, porém, os sargos são de uma inexplicável imprudência. Após a desova, deslocam-se em cardume e deixam-se apanhar com facilidade. "As mulheres quando engravidam também têm desejos extravagantes. Apetece-lhes comer carvão e coisas assim. Com o peixe é a mesma coisa. Deixam os filhos e pensam: vocês já estão aí, a gente agora vai dar uma volta. Não sei se é loucura do peixe..."
As sardinhas também têm hábitos muito humanos. É a sua maior fragilidade. "A sardinha vai às zonas com rochas, para se alimentar, passar a noite, como nós vamos ao café. Depois volta para a profundidade, porque se acha insegura ali. A sardinha é um peixe friorento. No Inverno, vai para o fundo, onde as águas são mais quentes." E é aí, meio enterradas na areia, que dormem. Mas deitam-se tarde. "Sabe, quando vamos com os amigos, à noite, beber uns canecos... Já não nos víamos há tanto tempo e tal... Chega aí uma altura, lá para as cinco, seis da manhã, em que dá uma dormência... A gente tem de se encostar um bocado... Pois com a sardinha é a mesma coisa". É a hora certa para as apanhar. Vai-se com cuidado e lançam-se as redes quando elas acordam, estremunhadas. Não falha. Eram grandes pescarias. "Eu encostava o ouvido ao fundo do bote e até as ouvia ressonar", jurou-me o "Manso".
Paulo Moura | Publico, 30 de Maio de 2008
segunda-feira, 18 de agosto de 2008
terça-feira, 12 de agosto de 2008
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
segunda-feira, 7 de julho de 2008
sexta-feira, 27 de junho de 2008
quinta-feira, 19 de junho de 2008
quinta-feira, 12 de junho de 2008
sexta-feira, 6 de junho de 2008
quinta-feira, 5 de junho de 2008
como é que se explica que o conceito de propulsão mais utilizado nos veículos de todo o mundo (o motor de combustão) permaneça o mesmo há mais de um século, a não ser por um colossal interesse em que o consumo dos combustíveis fósseis se mantenha?
quinta-feira, 29 de maio de 2008
quarta-feira, 28 de maio de 2008
Instalou-se a sensação de que a nossa liberdade coincide com o nosso poder de compra.
Mark Deputter, intro Alkantara Festival







